Mês Abril 2026

Avaliação bancária abaixo do preço: renegociação, aditamento e riscos

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Recebeu o relatório do banco e a avaliação bancária veio abaixo do preço acordado com o vendedor. De um dia para o outro, o negócio que parecia fechado passa a ter um buraco difícil de tapar. O banco empresta com base no valor mais baixo entre a avaliação e o preço de compra, e isso pode obrigar a mais entrada, a uma renegociação, ou, no pior cenário, a cancelar a compra. Ao longo deste artigo vai perceber porque é que a avaliação pode ficar abaixo do preço, o que pode negociar sem perder a casa, como fazer um aditamento ao CPCV quando faz sentido e que riscos deve evitar para não transformar um problema bancário num problema jurídico.

Crédito habitação recusado depois do CPCV: o que acontece ao sinal?

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Assinou o CPCV, entregou o sinal e, por uns dias, pareceu que a casa já era sua. Depois chega o telefonema do banco: crédito habitação recusado. É nesta fase que muitas pessoas entram em pânico, porque a dúvida não é pequena: o que acontece ao sinal? A resposta depende menos do “que é justo” e mais do que ficou escrito no contrato. Um CPCV pode proteger o comprador quando o financiamento falha, mas também pode deixá-lo completamente exposto. E, quando falamos de sinal, falamos de milhares ou dezenas de milhares de euros. Neste artigo, vai perceber o que a lei e a prática contratual em Portugal costumam prever quando há crédito habitação recusado depois do CPCV, que cláusulas fazem a diferença e como evitar cair numa armadilha típica: assinar com pressa e só pensar no banco depois.

Que custos existem antes da escritura?

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Há um momento no processo de compra de casa em que a excitação dá lugar à calculadora. Ainda nem chegou o dia da escritura e já existem pagamentos, formalidades e pequenas despesas que, somadas, podem pesar. É por isso que perceber que custos existem antes da escritura é tão importante como escolher o imóvel certo. Quando se fala em custos antes da escritura, não estamos a falar apenas de “taxas” e “papéis”. Estamos a falar de decisões que mexem com segurança, prazos e risco. Um contrato mal preparado, um documento em falta ou uma cláusula confusa pode atrasar a escritura e aumentar despesas. Por outro lado, quem antecipa estes custos consegue negociar melhor, proteger o sinal e evitar surpresas. Neste guia vai encontrar uma visão completa, prática e fácil de seguir sobre os custos antes da escritura, com exemplos reais do que costuma acontecer entre a assinatura do CPCV e o dia em que finalmente recebe as chaves.

Paga-se IMT no CPCV?

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Quando está a comprar casa, há um momento em que tudo acelera: visita, proposta, aceitação, banco, prazos e, de repente, alguém diz “é preciso tratar do IMT”. O problema é que esta frase aparece, muitas vezes, no momento errado e com pouca explicação, o que gera ansiedade e confusão. A ideia principal é simples: o IMT está ligado à transmissão do imóvel, e não ao simples compromisso de o comprar no futuro. Mas, como quase tudo no imobiliário, há exceções e cenários em que um contrato-promessa pode ter implicações fiscais diferentes. Ao longo deste artigo vai perceber como funciona o IMT em Portugal, quando é que pode estar em causa num contrato-promessa, e que cuidados deve ter para não pagar mais do que o necessário nem ficar preso a um erro burocrático.

Há imposto de selo no CPCV?

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Quando se está a comprar ou vender casa, há uma fase em que tudo parece somar: sinal, documentação, banco, prazos e assinaturas. É normalmente aí, quando se começa a fazer contas com seriedade, que surge a dúvida sobre o imposto de selo no CPCV e sobre o que, afinal, se paga em cada etapa. A boa notícia é que, na esmagadora maioria dos casos, assinar um CPCV não significa pagar imposto de selo “só por existir contrato”. O imposto de selo mais conhecido na compra de imóveis é o da aquisição do imóvel, normalmente pago no momento da escritura, juntamente com o IMT. Mesmo assim, há nuances importantes. E são essas nuances que fazem a diferença entre uma decisão tranquila e uma surpresa desagradável. Neste guia vai perceber quando é que há imposto de selo, em que momento se paga e quem paga, que situações especiais podem alterar as regras e como evitar confusões com sinal, crédito e cedência de posição.